Passar a madrugada sozinho,
regado á sorvete e vinho...
...e DAVID BOWIE!
Na dúvida que veio me atormentar,
meu sono veio a se acabar...
...entre pesadelos e sonhos!
Musical e artístico meu momento foi,
enquanto nada pôde me deter...
...nem sequer eu mesmo!
Sonâmbulo desacordado e incrédulo,
dividido entre duas escolhas...
...nada seria definitivo!
Sou ainda absolutamente um iniciante!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Jesus
vc conhece akela história de Jesus?
ele chegou aos seus apóstolos... e para cada um, um pedido diferente...
"João, beije minha mão"...
e lá foi João, e beijou a mão de Jesus...
"José, beije meu pé"...
e lá foi José, beijar o pé de Jesus...
"Nicolau, por que foges?"
ele chegou aos seus apóstolos... e para cada um, um pedido diferente...
"João, beije minha mão"...
e lá foi João, e beijou a mão de Jesus...
"José, beije meu pé"...
e lá foi José, beijar o pé de Jesus...
"Nicolau, por que foges?"
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Poesia - Á Minha Amiga Érica Elen - (11/9/2002 - das 17:00 ás 17:41)
Á Minha Amiga Érica Elen...
Uma grande amizade... Uma poesia...
Á Minha Amiga Érica Elen
Nossa amizade começou
de repente, do nada.
Falávamos de tudo,
até do futuro...
Meu destino te achou,
que amizade mais linda!
Até fiquei mudo,
me escondi no escuro...
Descobriste a entrada
e em meu coração entrou,
viu a bagunça que estava,
e mesmo assim me ajudou.
Oh, querida amiga,
passamos por muita dificuldade,
mas nossa vida sofrida
trouxe a maior amizade...
Grandes amigos somos,
e eternamente seremos,
pois nós somos donos
do destino que queremos!
Me ajudaste sempre
quando mais precisei!
Ajudo-te sempre,
e pra sempre irei...
Lembro do passado,
lágrimas me umedecem,
pois tudo que foi feito
nem os anjos esquecem...
Tocaste meu coração,
e nele ficaste...
Estendo-te a mão,
para que nunca se afaste!
Quero-te ao meu lado,
pra sempre sorrindo,
pois pra ti ser feliz,
estarei sempre te ouvindo!
Espero nunca te perder,
pois solitário ficaria...
Queria sempre te ver,
e viver eternamente este dia!
Henrique Takimoto Jasa
(São Paulo - SP) (11/9/2002 - das 17:00 ás 17:41)
Poesia - Guerra e Paz - 2001
Guerra e Paz
" Sei que podemos vencer, esta guerra com muita paz.
Sei que pode haver, outras guerras e muito mais.
Posso até compreender o seu jeito de pensar,
mas irei até o fim, até essa guerra terminar.
Você pode achar que sou louco,
mas o que eu quero, ainda é muito pouco!"
Autor - Henrique Takimoto Jasa
" Sei que podemos vencer, esta guerra com muita paz.
Sei que pode haver, outras guerras e muito mais.
Posso até compreender o seu jeito de pensar,
mas irei até o fim, até essa guerra terminar.
Você pode achar que sou louco,
mas o que eu quero, ainda é muito pouco!"
Autor - Henrique Takimoto Jasa
Poesia - Saudades Do Meu Passado - (5/maio/2001)
Saudades Do Meu Passado
Ah, que saudade do tempo
que eu era um pouquinho mais feliz...
do tempo que eu era criança
e viver de novo o que eu fiz...
Como poderia eskecer,
as brincadeiras, os amigos?
a felicidade a crescer
ao relembrar momentos antigos.
Tudo que sei é que agora envelheci
pouco, pois sou adolescente,
mas posso já garantir
que terei uma vida mais descente.
Sinto muita falta de minha infância
tão pura de inocência.
Agora só me restam lembranças,
e saudades, e uma grande ausência.
Tantos amigos tive,
poucos ainda restaram.
A distancia nos separou,
e hoje de mim, nada lembraram.
Queria ao menos uma vez poder dizer
a todos o que eu sinto,
mas tenho medo de sofrer
pois sou fraco e muito tímido.
Até hoje, muita gente conheci,
a maioria, contatos eu perdi.
Como poderia ter de volta,
todo tempo que perdi?
Ah, como era bom ter só 3 anos,
quando eu não precisava me preocupar.
Como era ótimo viver
apenas pra brincar e se animar!
O passado não pode alterar meu presente,
mas sei que poderia melhorar meu futuro.
Pois lembranças podem mostrar,
erros que preciso consertar.
Durante esses anos
ando meio confuso.
Nos colégios que estudei,
tenho saudades e uma tristeza.
Perdi contatos com os amigos
e até mesmo com a Natureza.
Seria ótimo reencontrar
tanta gente que conheci.
Só me resta esperar
ir atrás e ser feliz.
Minhas sudades não se acabam,
nem minha vontade de voltar,
mas surpresas que me esperam,
num futuro, irei aproveitar.
Autor - Henrique Takimoto Jasa (5/maio/2001)
Ah, que saudade do tempo
que eu era um pouquinho mais feliz...
do tempo que eu era criança
e viver de novo o que eu fiz...
Como poderia eskecer,
as brincadeiras, os amigos?
a felicidade a crescer
ao relembrar momentos antigos.
Tudo que sei é que agora envelheci
pouco, pois sou adolescente,
mas posso já garantir
que terei uma vida mais descente.
Sinto muita falta de minha infância
tão pura de inocência.
Agora só me restam lembranças,
e saudades, e uma grande ausência.
Tantos amigos tive,
poucos ainda restaram.
A distancia nos separou,
e hoje de mim, nada lembraram.
Queria ao menos uma vez poder dizer
a todos o que eu sinto,
mas tenho medo de sofrer
pois sou fraco e muito tímido.
Até hoje, muita gente conheci,
a maioria, contatos eu perdi.
Como poderia ter de volta,
todo tempo que perdi?
Ah, como era bom ter só 3 anos,
quando eu não precisava me preocupar.
Como era ótimo viver
apenas pra brincar e se animar!
O passado não pode alterar meu presente,
mas sei que poderia melhorar meu futuro.
Pois lembranças podem mostrar,
erros que preciso consertar.
Durante esses anos
ando meio confuso.
Nos colégios que estudei,
tenho saudades e uma tristeza.
Perdi contatos com os amigos
e até mesmo com a Natureza.
Seria ótimo reencontrar
tanta gente que conheci.
Só me resta esperar
ir atrás e ser feliz.
Minhas sudades não se acabam,
nem minha vontade de voltar,
mas surpresas que me esperam,
num futuro, irei aproveitar.
Autor - Henrique Takimoto Jasa (5/maio/2001)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
As Aventuras de Yatta - episódio: O MÉDICO (parte 1)
- Dr, qual foi meu diagnostico?
- Demência em estado elevado e irreversível
- UFA! Achei que fosse algo grave!
- Demência em estado elevado e irreversível
- UFA! Achei que fosse algo grave!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Um Amor Proibido!
Era uma vez, um príncipe. ele vivia em seu belo castelo, isolado do resto do mundo, em um lugar lindo, com flora e fauna bem diversa! Seu castelo ficava em frente á nascente de uma cachoeira. Nesta nascente, havia uma plantação de cenouras.
Este jovem príncipe tinha força e poder para fazer tudo que quisesse, porém, a única coisa que ele queria era alguém pra compartilhar tudo o que ele tinha.
Ele gostava de caminhar e conhecer cada vez mais adentro da mata á sua volta, para se proteger de prováveis perigos, e reconhecer como a palma das mãos cada área que pudesse estar decorando!
Gostava de viver uma vida intensa, galopar, se exercitar! Bem ao melhor estilo que alguém poderia sonhar em viver! Comia do bom e do melhor, era inteligente, rápido, esperto, sagaz! Seu brilho era tão forte que ofuscava o brilho das estrelas, quando sorria e cantava!
Mas, para ele, a felicidade não era total. Ele se sentia muito sozinho, mesmo com todos os animais, bichos da floresta, as flores, as belezas naturais! De nada servia sua voz ecoar saudando a natureza, ou seus olhos contemplarem a magia de cada dia e noite que se via. Seu coração estava vazio e triste.
Ele sonhava com algo que achava impossível. Em seus sonhos, via uma imagem que jamais havia visto quando acordado, mesmo em todas as suas minusciosas buscas pelas matas e florestas. Em busca daquela imagem, da qual não conseguia explicar ou descrever, adoeceu, e em meio á delírios, resolveu se pôr a procurar mais adiante, e não descansaria até encontrar este, que agora seria seu objetivo de vida!
Em meio á sua procura, após dias de cansaço e tristeza, quase não tendo mais coragem de continuar, suas forças se esgotando, enfraquecido, desmaia e despenca de uma das cachoeiras nascidas de sua nascente em frente á seu castelo.
Seu corpo, muito fraco, porém ainda vivo, vagou boiando entre rios, até ser encontrado por uma jovem moradora de uma aldeia. Esta aldeia sim, escondida, com uma população razoável, em que todos respeitam e amam a natureza, á ponto de darem á seus filhos nomes de partes da natureza. Esta jovem, que se sentia isolada, resolveu cuidar de sua febre, até que pudesse acordar e voltar a viver.
Ela vivia em sua moradia cuidando das ervas medicinais que seriam entregues aos curandeiros das aldeias próximas após tratadas. Ela se utilizou de algumas destas ervas para fazer melhorar o desfalecido príncipe.
Quando finalmente o jovem príncipe acordou, seus olhos ainda embaçados demoravam a enxergam o que tinha á sua frente. Quando a imagem teve foco, ele viu a jovem que o salvou. Achou que havia morrido e chegado ao céu! A jovem deu um sorriso ao ver que ele estava melhorando, e lhe ofereceu um chá de camomila, pois isso o acalmaria, pelo calor do momento.
Ele se apaixonou á primeira vista! Ele nunca havia visto tamanha beleza em lugar algum da natureza! Olhando para ela, veio á sua cabeça a imagem que ele tanto procurava, e que não sabia descrever!
Ao olhar atentamente para o braço da jovem, viu um lírio dourado amarrado á uma cordinha fina tirada de um cipó. Era a imagem que ele tanto procurava e não sabia descrever! Ele perguntou o que era aquela majestosa imagem que ele tanto sonhara.
Ela respondeu que aquele era um lírio. E ela o carregava porque seu nome viera daquele lirio de cor especial!
Seu nome era "Pequeno Lírio Nobre do Rio da Aldeia".
Maravilhado, quis levá-la para conhecer seu castelo, porém, a "Pequeno Lírio" não podia, pois estava prometida á outro.
O jovem príncipe, desolado e triste, ficou indeciso, angustiado. Não podia acreditar que a única vez que a felicidade que lhe faltava estava próxima, já iria perder sem mesmo ter.
Mas, ele viu nos olhos da bela jovem que ela não estava feliz com a situação, e que queria poder fugir com ele. O povo da aldeia os tentou afastar, mas, seu sentimento era tão grande, que tiveram de lutar por este amor proibido.
Ele foi desafiado pelo prometido dela, mas, ela não queria que eles duelassem por ela.Porém, por via de costumes, aquele que vencesse ficaria com a amada. O prometido tinha um bom porte físico, força descomunal, enquanto o jovem príncipe apenas tinha como armas seu canto e sua poesia.
A jovem resolveu lhe dar o pequeno lírio dourado, como prova de seu amor, para dar sorte. Ele guardou próximo ao seu coração, e foi á luta por sua amada.
Apesar de não ser forte, e apanhar bastante, sua vontade e seu sentimento eram mais fortes que ele, e continuou em pé, até que o oponente caísse cansado! No final desta luta, não precisou desferir golpe algum, e acabou sendo o único a continuar de pé!
Agora juntos, o jovem príncipe transformou a bela jovem em uma princesa, levando para morar consigo em seu castelo ás margens da nascente da cachoeira e sua plantação de cenouras!
E assim aconteceu a lenda do Príncipe da Cenoura da Nascente da Cachoeira e da jovem Pequeno Lírio Nobre do Rio da Aldeia.
Este jovem príncipe tinha força e poder para fazer tudo que quisesse, porém, a única coisa que ele queria era alguém pra compartilhar tudo o que ele tinha.
Ele gostava de caminhar e conhecer cada vez mais adentro da mata á sua volta, para se proteger de prováveis perigos, e reconhecer como a palma das mãos cada área que pudesse estar decorando!
Gostava de viver uma vida intensa, galopar, se exercitar! Bem ao melhor estilo que alguém poderia sonhar em viver! Comia do bom e do melhor, era inteligente, rápido, esperto, sagaz! Seu brilho era tão forte que ofuscava o brilho das estrelas, quando sorria e cantava!
Mas, para ele, a felicidade não era total. Ele se sentia muito sozinho, mesmo com todos os animais, bichos da floresta, as flores, as belezas naturais! De nada servia sua voz ecoar saudando a natureza, ou seus olhos contemplarem a magia de cada dia e noite que se via. Seu coração estava vazio e triste.
Ele sonhava com algo que achava impossível. Em seus sonhos, via uma imagem que jamais havia visto quando acordado, mesmo em todas as suas minusciosas buscas pelas matas e florestas. Em busca daquela imagem, da qual não conseguia explicar ou descrever, adoeceu, e em meio á delírios, resolveu se pôr a procurar mais adiante, e não descansaria até encontrar este, que agora seria seu objetivo de vida!
Em meio á sua procura, após dias de cansaço e tristeza, quase não tendo mais coragem de continuar, suas forças se esgotando, enfraquecido, desmaia e despenca de uma das cachoeiras nascidas de sua nascente em frente á seu castelo.
Seu corpo, muito fraco, porém ainda vivo, vagou boiando entre rios, até ser encontrado por uma jovem moradora de uma aldeia. Esta aldeia sim, escondida, com uma população razoável, em que todos respeitam e amam a natureza, á ponto de darem á seus filhos nomes de partes da natureza. Esta jovem, que se sentia isolada, resolveu cuidar de sua febre, até que pudesse acordar e voltar a viver.
Ela vivia em sua moradia cuidando das ervas medicinais que seriam entregues aos curandeiros das aldeias próximas após tratadas. Ela se utilizou de algumas destas ervas para fazer melhorar o desfalecido príncipe.
Quando finalmente o jovem príncipe acordou, seus olhos ainda embaçados demoravam a enxergam o que tinha á sua frente. Quando a imagem teve foco, ele viu a jovem que o salvou. Achou que havia morrido e chegado ao céu! A jovem deu um sorriso ao ver que ele estava melhorando, e lhe ofereceu um chá de camomila, pois isso o acalmaria, pelo calor do momento.
Ele se apaixonou á primeira vista! Ele nunca havia visto tamanha beleza em lugar algum da natureza! Olhando para ela, veio á sua cabeça a imagem que ele tanto procurava, e que não sabia descrever!
Ao olhar atentamente para o braço da jovem, viu um lírio dourado amarrado á uma cordinha fina tirada de um cipó. Era a imagem que ele tanto procurava e não sabia descrever! Ele perguntou o que era aquela majestosa imagem que ele tanto sonhara.
Ela respondeu que aquele era um lírio. E ela o carregava porque seu nome viera daquele lirio de cor especial!
Seu nome era "Pequeno Lírio Nobre do Rio da Aldeia".
Maravilhado, quis levá-la para conhecer seu castelo, porém, a "Pequeno Lírio" não podia, pois estava prometida á outro.
O jovem príncipe, desolado e triste, ficou indeciso, angustiado. Não podia acreditar que a única vez que a felicidade que lhe faltava estava próxima, já iria perder sem mesmo ter.
Mas, ele viu nos olhos da bela jovem que ela não estava feliz com a situação, e que queria poder fugir com ele. O povo da aldeia os tentou afastar, mas, seu sentimento era tão grande, que tiveram de lutar por este amor proibido.
Ele foi desafiado pelo prometido dela, mas, ela não queria que eles duelassem por ela.Porém, por via de costumes, aquele que vencesse ficaria com a amada. O prometido tinha um bom porte físico, força descomunal, enquanto o jovem príncipe apenas tinha como armas seu canto e sua poesia.
A jovem resolveu lhe dar o pequeno lírio dourado, como prova de seu amor, para dar sorte. Ele guardou próximo ao seu coração, e foi á luta por sua amada.
Apesar de não ser forte, e apanhar bastante, sua vontade e seu sentimento eram mais fortes que ele, e continuou em pé, até que o oponente caísse cansado! No final desta luta, não precisou desferir golpe algum, e acabou sendo o único a continuar de pé!
Agora juntos, o jovem príncipe transformou a bela jovem em uma princesa, levando para morar consigo em seu castelo ás margens da nascente da cachoeira e sua plantação de cenouras!
E assim aconteceu a lenda do Príncipe da Cenoura da Nascente da Cachoeira e da jovem Pequeno Lírio Nobre do Rio da Aldeia.
FIM
by: Henrique Takimoto Jasa
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Amor ou Paixão - conto 1
Vou lhes dizer... Tem cada coisa na vida que pode acontecer, que dá até medo... Então, vou contar a história de 2 pessoas... Vou nomeá-los "Cezar" e "Gabriela"...
=======
Eduardo era um garoto solitário... Vivia deprimido, sem auto-estima, sem vontade de viver... A única alegria que ele tinah na vida era justamente sua coleção de relógios... Tinha de todos os tipos... Relógios á prova dágua, relógios de corda, relógios digitais, relógios excêntricos, relógios eróticos, relógios infantis... Nada o separava desta coleção vasta de relógios! Ele não deixava nem sua própria mãe chegar perto!
Ele polia, lustrava, cuidava bem, diariamente de cada relógio, como se fossem parte de seu corpo, de sua saúde.
Certo dia, Cezar conheceu Gabriela. Gabi era uma garota linda, simpática, mas, vivia praticamente um mundo totalmente diferente do dele. Ela tinha muitos amigos, saía bastante, estudava moda e jornalismo, pois havia praticamente traçado seu destino como sendo de jornalista de moda em uma revista famosa que gostava desde criança! Entendia de praticamente TUDO o que estudava, e sabia até a composição química decor e salteado de cada produto, inclusive dos que não gostava!
Sabe-se lá o por quê, mas, ficaram amigos muito íntimos... Cezar e Gabi sáiam bastante, como amigos mesmo... Aonde o namorado e os outros amigos não iam, ele ia com ela, pois ela o chamava sempre!
Inexperadamente, Cezar começa a sentir algo forte em seu peito. Ele estava se apaixonando por sua amiga Gabi. Ele relutava, pois ele era solitário,e aquilo era fora do comum, chegava a doer fisicamente com muita intensidade seu coração.
Cezar guardou dentro de si um sentimento que foi aumentando, aumentando e aumentando... E falava para si mesmo "Não vou deixar a Gabi saber que eu a amo tanto assim! Ela já tem namorado, e ela merece coisa melhor do que alguém como eu... eu sou pobre, ela é rica, eu não consigo estudar ou arrumar emprego, e ela tem um futuro brilhante, e o namorado dela tem um bom emprego, carro, é bonito, saudável... o que ela iria querer com alguém como eu? Ela jamais o trocaria por um cara insignificante como eu!"
Bom, ele continuou com aquela dor, aquele intenso e puro amor por dentro... Até que, certo dia, por causa deste modo de guardar os sentimentos,e sempre ter até problemas de faltar ar, ficar sem conseugir respirar direito, pela ansiedade, e tudo mais, ele teve um ataque cardíaco, desmaiou...
Levado ao hospítal, Cezar ficou desacordado por horas... Ao acordar, lá estava Gabi, aos prantos, rezando para que ele melhorasse... Cezar estava muito fraco, mas, memso com os olhos entreabertos,e ninguém eprcebendo que ele estava acordado, deivdo á falta de força e não poder se mexer, e ouviu que teria poucas horas de vida...
Tudo que ele pensava era em estar ao lado de sua amada, memso que ela jamais soubesse de seus sentimentos... Ele não queria ser um impecílio na vida dela, ainda mais agora, que estava á beira da própria morte...
De repente, Cezar começou a sentir que seu corpo estava sumindo no ar, virando pó... Era sua hora de morrer...
Gabi, sentindo o pulso enfraquecer de Cezar, ao ver que não havia mais ninguém no quarto do hospital, deu um selinho nos lábios de Cezar, e abraçou forte ele, dizendo, chorando muito: "Por favor, não se vá... EU te amo tanto, e só esperava um sinal de que você gostasse de mim também... Fica comigo!"
Cezar queria ficar, mas, sua vida estava no fim, e não havia mais forças em seu corpo ou em sua alma, afinal, tantos anos que sofreu sozinho, não queria ter de passar todo seu sofrimento á outra pessoa, ainda mais á quem ele amava...
Cezar não teve jeito, e acabou morrendo nos braços de Gabi.
Em seu enterro, na sala do velório, fora decorado o ambiente justamente com seus relógios de coleção, mas, não tdoos, apenas os favoritos, na ordem em que ele sempre deixava... Atrás de cada relógio, estava uma letra, um sinal, uma vírgula... Os relógios ficaram de costas para a parede,e, de longe,m dava para se ler melhor o que era dito:
=======
Eduardo era um garoto solitário... Vivia deprimido, sem auto-estima, sem vontade de viver... A única alegria que ele tinah na vida era justamente sua coleção de relógios... Tinha de todos os tipos... Relógios á prova dágua, relógios de corda, relógios digitais, relógios excêntricos, relógios eróticos, relógios infantis... Nada o separava desta coleção vasta de relógios! Ele não deixava nem sua própria mãe chegar perto!
Ele polia, lustrava, cuidava bem, diariamente de cada relógio, como se fossem parte de seu corpo, de sua saúde.
Certo dia, Cezar conheceu Gabriela. Gabi era uma garota linda, simpática, mas, vivia praticamente um mundo totalmente diferente do dele. Ela tinha muitos amigos, saía bastante, estudava moda e jornalismo, pois havia praticamente traçado seu destino como sendo de jornalista de moda em uma revista famosa que gostava desde criança! Entendia de praticamente TUDO o que estudava, e sabia até a composição química decor e salteado de cada produto, inclusive dos que não gostava!
Sabe-se lá o por quê, mas, ficaram amigos muito íntimos... Cezar e Gabi sáiam bastante, como amigos mesmo... Aonde o namorado e os outros amigos não iam, ele ia com ela, pois ela o chamava sempre!
Inexperadamente, Cezar começa a sentir algo forte em seu peito. Ele estava se apaixonando por sua amiga Gabi. Ele relutava, pois ele era solitário,e aquilo era fora do comum, chegava a doer fisicamente com muita intensidade seu coração.
Cezar guardou dentro de si um sentimento que foi aumentando, aumentando e aumentando... E falava para si mesmo "Não vou deixar a Gabi saber que eu a amo tanto assim! Ela já tem namorado, e ela merece coisa melhor do que alguém como eu... eu sou pobre, ela é rica, eu não consigo estudar ou arrumar emprego, e ela tem um futuro brilhante, e o namorado dela tem um bom emprego, carro, é bonito, saudável... o que ela iria querer com alguém como eu? Ela jamais o trocaria por um cara insignificante como eu!"
Bom, ele continuou com aquela dor, aquele intenso e puro amor por dentro... Até que, certo dia, por causa deste modo de guardar os sentimentos,e sempre ter até problemas de faltar ar, ficar sem conseugir respirar direito, pela ansiedade, e tudo mais, ele teve um ataque cardíaco, desmaiou...
Levado ao hospítal, Cezar ficou desacordado por horas... Ao acordar, lá estava Gabi, aos prantos, rezando para que ele melhorasse... Cezar estava muito fraco, mas, memso com os olhos entreabertos,e ninguém eprcebendo que ele estava acordado, deivdo á falta de força e não poder se mexer, e ouviu que teria poucas horas de vida...
Tudo que ele pensava era em estar ao lado de sua amada, memso que ela jamais soubesse de seus sentimentos... Ele não queria ser um impecílio na vida dela, ainda mais agora, que estava á beira da própria morte...
De repente, Cezar começou a sentir que seu corpo estava sumindo no ar, virando pó... Era sua hora de morrer...
Gabi, sentindo o pulso enfraquecer de Cezar, ao ver que não havia mais ninguém no quarto do hospital, deu um selinho nos lábios de Cezar, e abraçou forte ele, dizendo, chorando muito: "Por favor, não se vá... EU te amo tanto, e só esperava um sinal de que você gostasse de mim também... Fica comigo!"
Cezar queria ficar, mas, sua vida estava no fim, e não havia mais forças em seu corpo ou em sua alma, afinal, tantos anos que sofreu sozinho, não queria ter de passar todo seu sofrimento á outra pessoa, ainda mais á quem ele amava...
Cezar não teve jeito, e acabou morrendo nos braços de Gabi.
Em seu enterro, na sala do velório, fora decorado o ambiente justamente com seus relógios de coleção, mas, não tdoos, apenas os favoritos, na ordem em que ele sempre deixava... Atrás de cada relógio, estava uma letra, um sinal, uma vírgula... Os relógios ficaram de costas para a parede,e, de longe,m dava para se ler melhor o que era dito:
"Eu sempre te amarei, Gabi, não importa aonde eu esteja! Desculpe por tudo; Cezar."
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Crítica: Tokyo!

Tokyo! é uma compilação de três médias metragens situados em Tóquio e que exploram as peculiaridades dos japoneses e a situação problemática da habitação urbana que acomete aquela megalópole.
No primeiro, Interior Design, Michel Gondry (Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças) tece um retrato da situação daqueles que acabam de chegar a Tóquio para tentar a vida. Hiroko e Akira são um jovem casal que se hospeda temporariamente na casa da amiga, Akemi. Akira, o rapaz, corre atrás do sonho de se tornar cineasta, mas a garota é menos segura de sí e, progressivamente, ela começa a se perder na imensidão da cidade.
Gondry tem uma imaginação incrível e usa de surrealismo para fazer metáfora com o claustrofóbico mundo daqueles que são mais frágeis diante de desafios. Seu terço de filme traz muito da influência das suas obras anteriores, inclusive dos clipes que dirigiu para Björk.
No segundo segmento, Merde, Leos Carax (Os Amantes de Pont-Neuf) faz um retrato do caos. Merde é uma “criatura dos esgotos” (encarnada pelo ator Denis Lavant, que dá um show), que sai do subterrâneo para atacar os cidadãos japoneses de forma descarada e terrível, criando um alvoroço da mídia em torno de si e despertando a fúria das autoridades. A histeria está armada e a população se manisfetará contra e a favor do ser bizarro.
Neste média, cada um que teça sua interpretação. Pode viajar à vontade. Eu entendi que o merda lá foi gerado pela natureza para destruir quem a está destruindo. Representa tudo de ruim produzido pela humanidade. Ama a vida e detesta os humanos. Uma história de impacto e que faz pensar.
Na terceira parte, Shaking Tokyo, Bong Joon-Ho (O Hospedeiro) mostra a vida dos hikikomoris, um fenômeno que alastra-se pela cidade. São pessoas que isolam-se em casa e nunca mais saem de lá. Teruyuki está trancado há 10 anos e seu único contato com o mundo é o seu telefone. Até que um dia, numa das entregas de pizza, o chão começa a tremer e pela primeira vez em muito tempo, ele encara uma pessoa de frente. Tudo pode mudar dali para adiante.
Shaking Tokyo é um retrato do isolamento. Usa de um tema real para tratar de um assunto denso e cria um mundo futuro bem plausível, no qual um pequeno fator pode criar uma problemática enorme. A pressa e falta de interação física entre as pessoas está presente de maneira lúdica. O final é de uma poesia linda!
Três grandes diretores fazem deste filme a melhor e mais inteligente “compilação” que já vi. É surrealismo na veia. Um prato cheio para quem gosta de “viajar na maionese” (no bom sentido).
Trailer:
(idem, Japão/ França/ Alemanha/ Coréia do Sul, 112 minutos, 2008)
Dir.: Michel Gondry, Leos Carax e Bong Joon-Ho
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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Dudjinka